Para fazer uma excelente cerveja artesanal é preciso a mão de um Mestre, um artesão, que tem autonomia de decisão em todas as fases do processo, começando pelo desenho da receita, seleção dos ingredientes e passando por todas as etapas do processo de fabricação. É um contraponto às cervejas influenciadas por decisões de custo ou de marketing, um verdadeiro trabalho de alquimista feito com paixão e dedicação. Os nossos Mestres Cervejeiros passaram anos pesquisando as melhores matérias-primas e as combinações ideais para valorizar o sabor e o aroma de cada uma delas. O resultado você pode conferir aqui, direto da fábrica para as torneiras e das torneiras para o seu copo: uma cerveja artesanal servida fresca, na versão chope. Um brinde ao Mestre! Saúde!
Kurupira sem filtrar
Publicado em 01 de junho de 2011
“Macho que é macho fuma cigarro sem filtro”, já dizia o ditado.
No nosso caso, não tivemos escolha: havia acabado o pequeno lote de Kurupira feito na Simão para os dois primeiros eventos da Cervejaria, E nossas famílias já estavam chegando para o terceiro e mais importante evento pré-abertura.
Tínhamos a cerveja no fermentador, mas não havia tempo para filtrar. “Manda sem filtrar, uai!”
Esse é o espírito de uma fábrica-bar: improvisar, mas sem colocar em risco a qualidade.
MacGyver é O CARA na filtração
Publicado em 01 de junho de 2011
MacGyver na filtração: “Cadê o encaixe T que deveriam ter mandado para ligarmos o filtro?”.
E agora?! Precisávamos usar o filtro pela primeira vez e acabávamos de perceber que faltava uma peça do fornecedor da fábrica para fazermos a conexão…
Mas tínhamos o grande Ariel MacGyver! Desmontada uma parte da cervejaria que tinha o famigerado T, a filtração prosseguiu.
Mas não sem sustos: o motor da bomba fritou! Toca achar outro motor na instalação da fábrica, desmontar e montar para filtrar… e depois colocar tudo no lugar novamente!
A receita de uma boa Stout
Publicado em 01 de junho de 2011
Stout muito, mas MUITO amarga! Os tipos de cerveja têm várias receitas, e Fabiani e Alexandre Sigolo tinham cada um a sua para preparar uma bela stout.
Fabiani usava malte torrado “carafa” bem forte, enquanto Sigolo usava um outro tipo, mais suave e que requer maior quantidade por lote.
Sigolo vai então preparar o primeiro lote de stout, mas usa o malte “carafa” (era o que tinha…) na mesma proporção de sua receita com o malte suave. Para “melhorar”, a receita pede um pouco de trigo para amenizar o amargo e dar mais cremosidade ao líquido.
Eis que nosso moinho deu pau na hora do trigo (que é um grão mais duro que o malte). Resultado: só 20% do trigo necessário foi moído e saiu uma stout “porreta”, bem amarga e carregada no café.
Mas certamente os amantes desta do gênero aprovaram, e muito!
Mangueiras estouradas: está aberta a Cervejaria!
Publicado em 01 de junho de 2011
Mangueiras estouradas: dia 19 de maio aconteceu o primeiro evento da Cervejaria Nacional para terceiros.
O Fabiano, da empresa da linha de chopps, comenta: “Bom galera, está tudo pronto, tudo funcionando. Amanhã passo aqui para dar uma olhada”.
Começa o serviço de chopp: tudo beleza. Cerca de 30 minutos depois, a pressão de 3 bar. na linha estoura o encaixe da mangueira na torre de chopp do bar. Foi Stout pr todo lado!
“OK, não serviremos stout e pau na máquina!”. Mas 15 minutos depois estouram as outras mangueiras. E agora?
Toca correr para a sede original da cervejaria, na Rua Simão Álvares, pegar a chopeira caseira, armar o circo na frente do bar do 2º andar e servir um tipo por vez. E não é que deu certo? O show continuou e a galera curtiu!



